Poesia líquida - ano II

25

de
abril

Threw myself out of a tower,
in my hands a gloomy flower.
Everyone has looked around…
But I never hit the ground.

17

de
abril

Hai-cai (há tempos não fazia um)

My heart isn’t lazy.
In a zap, it just got crazy
for that girl named Daisy.

17

de
abril

primeiro encontro

14 de fevereiro, Valentine’s day,
lua cheia.
Poesia no ar, na água, na terra.
Fogo no coração,
embora ainda não o saibamos.
Bebemos ardorosamente
toda a poesia,
com amor e fé
("Fé em quê?"
ouço alguém gritando)
depois passamos
para a cerveja
(não, antes,
ainda há bastante poesia
para tragarmos aqui
pelo ar e pela terra,
é uma livraria.)
Não adianta, queremos mais,
sempre mais,
vamos até a sua casa?
Ainda há poesia na terra,
a lua desce. É dia.
Agora os corações não se aguentam.
Um papo quente.
Mãos entrelaçadas.
Mil verdades.
Uma consequência
- é quando descobrimos nossos fogos,
ardentes,
cândidos, uma novela
de Manoel Carlos.

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